Como atingir Reduções de Custos de forma consistente?

A maioria das organizações, principalmente em momentos de crise, cobra de você reduções de custos!

É prioritário o tema de redução de custos dentro das empresas, e aí você recebe pressão para atingir resultados e melhorar a lucratividade dos produtos, certo?

Está sendo pressionado para reduzir custos?

Você está sentindo isto?

Então você e seus líderes saem correndo para todos os lados buscando reduzir custos, pedindo descontos para os fornecedores, trocando os fornecedores por outros mais baratos e assim tentando atingir os resultados de curto prazo.



Pergunto:

A sua empresa tem metodologia de redução de custos, ou melhor, de inovação?

Você possui ou a sua empresa tem foco para inovar e reduzir custos?


Se as respostas para as perguntas acima é não, então continue lendo este artigo..., pois tenho um caminho para te propor!



Um bom caminho a seguir é criarmos times de redução de custos com o foco nos principais insumos usados em sua companhia, mas o importante é você usar ferramentas de inovação e de follow-up em seu cotidiano.

Nada adianta você fazer tempestade de ideias e não conseguir implementar o que foi proposto, por isto, tome cuidado! Não esqueça de usar um processo de criação e controle.

Uma sugestão que te dou é estudar o modelo A-F do Philip Kotler, porque é um instrumento que você facilmente poderá aplicar na sua organização.

Além disto, você define os papéis de cada ator no processo de criação, inovação e implementação das reduções de custos. 
Preste atenção a esta dica que estou te dando, muitas iniciativas naufragam ao longo do tempo devido a falta de foco e da definição de quem faz o que. Então mão à obra! Estude e aplique o método A-F, e boa sorte com as sua conquistas de reduções de custos!


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Purchasing Strategy, o que é isto?

      Quais as ferramentas podemos usar para implantar uma estratégia em compras?

     Uma das dificuldades que tenho como executivo da área de Supply Chain é elaborar e implementar estratégias em suprimentos, leia-se: Compras, Materiais, Logística e importação.

     Quando eu não tenho estratégia...”Todos os caminhos estão errados quando você não sabe onde quer chegar.” – William Shakespeare.

       Logo, mesmo com a atual situação de crise econômica e política, você tem que ter um plano!

       Nossa cultura de crises fez com que não nos habituássemos a planejar, porque se tudo vai mudar amanhã, portanto, por que eu tenho que planejar?


       Neste momento crítico que estamos passando no cenário macroeconômico, você já foi desafiado a planejar?




Se sim, continue lendo este artigo, pois tenho uma dica para te dar.


     Logo abaixo vou mostrar uma ferramenta interessante para você aplicar em Strategic Purchasing, Strategic Sourcing, ou melhor, implementar nas áreas de Supply Chain, Compras e no Suprimento estratégico.

     Esta ferramenta chama-se MPEM - Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais.

     O que é a Matriz de Posicionamento Estratégico de Materiais?


     É uma ferramenta importante para as empresas focarem as estratégias de compras nos principais itens, ou seja, minimizar os riscos de suprimento e reduzir custos de forma focada e direcionada de acordo com a importância de material.

        Foi criada por Kraljic e sua publicação em trabalhos acadêmicos foi feita em 1983, também conhecida internacionalmente como "Kraljic portfolio purchasing model". Saiba mais logo abaixo.


        Como a MPEM está dividida?

        - Componentes competitivos;
        - Componentes não críticos;
        - Componentes de risco;
        - Componentes estratégicos.

        Como é composta a MPEM?

      Além dos 4 quadrantes já destacados anteriormente, a MPEM possui o eixo "X", que mede o risco de suprimento de cada item e o eixo "Y" que te dá a relevância na lucratividade e nos custos da organização.

        Após você classificar cada material de sua empresa, o importante é montar um plano de ação e uma política de materiais para cada quadrante, definindo assim como será regras para serem seguidas pela área de Supply Chain.

        Vamos lá! Mãos à obra, monte a sua MPEM em sua empresa! 

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Impacto logístico | Como lidar com os problemas de infraestrutura e encargos tributários



O Brasil passa por uma crise política sem precedentes, se vê sem investimentos em infraestrutura e com uma carga tributária alta. Em meio a este período turbulento, qual estratégia e quais as ferramentas de gestão aplicar na área de logística? Como empresas com dependência de movimentações de materiais podem se preparar para navegar neste mar de incertezas? Você é nosso convidado a debater estratégias para fazer a gestão da cadeia e discutir algumas saídas em um ambiente que requer trafegar por uma economia desajustada e com exigências de resultados diários.

PROGRAMAÇÃO

Impacto logístico | Como lidar com os problemas de infraestrutura e encargos tributários.
08h30 - Welcome Coffee
09h00 - Conversa com João Mayer
10h15 - Momento de perguntas

INFORMAÇÕES

Contato: E-mail: eventos.curitiba@amchambrasil.com.br
Telefone: (41) 2104-9350
Local: A Amcham fica localizada à Rua João Marchesini, 139 - Prado Velho, próxima ao Big da Avenida das Torres.


http://www.amcham.com.br/comites/agenda/tpl_evento?event_offer_id=3640208&organization_id=112

http://www.amcham.com.br/

Controle de estoques, demanda dependente e independente!

    Quais as dificuldades nas organizações na atual conjuntura macroeconômica e política?

        Uma delas é reduzir custos e adequar as empresas ao tamanho do mercado. Logo você recebe uma pressão grande para redução dos seus estoques.

       A velha máxima que ouvimos várias vezes: “Quando os ventos mudam, temos que ajustar as velas do barco” é uma grande verdade!

       Mas como ajustar as velas do barco no turbilhão que estamos passando?

         Como disse um dos mestres da Administração:


      Portanto, estamos pagando hoje com problemas, das más decisões que tomamos ontem!

       No Brasil o custo do dinheiro é o mais alto do mundo e um planejamento errado custa caro para as companhias. Uma da forma de pagar os erros que tomamos é através do excesso e do desbalanceamento dos estoques.

      Na atual crise, você já teve a necessidade de reduzir os estoques?

         Abaixo vou ensinar 5 regras para um bom controle de estoques:

Regra #1: Crie Standards de armazenagem


Para um bom controle de estoque nada melhor que além de confiarmos em nosso sistema, termos também regras de armazenagem, ou seja, crie tamanhos e tipos de embalagens para cada produto, assim quando aumentamos os estoques, as embalagens nos avisam de forma visual onde está o excesso. Como funciona isto, basicamente não temos mais onde colocar produtos, logo visualmente os estoque “gritam”: ei, aqui não cabe mais nada, chega!

Portanto, a dica 1: Crie tipos de embalagens para cada tipo de produto e estabeleça uma máximo de quantidade de embalagens por produto. Estabeleça a regra e divulgue para o seu time.

Regra #2: Revise os estoques de segurança

 Os ERP´s nas organizações possuem regras de estoques de segurança, ou seja, estabelecem um mínimo de quantidade de produtos por tipo de dificuldade de reabastecimento, reposição do estoque e de lead time de entrega de novos estoques, mas no atual cenário econômico você já revisou estas regras para a conjuntura que sua empresa está passando?

 Será que você não deveria reduzir a quantidade de produtos no estoque de segurança?

 A sua equipe está atenta para rever as quantidades mínimas por produto estocado?

 O tempo vai passando e quando vemos, os estoques estão aumentando, porque falta uma revisão detalhada dos estoques de segurança. Não perca tempo, reduza o estoque de segurança e se não for possível rever, renegocie também com os seus fornecedores para reduzir os lotes mínimos, por que não?

Regra #3:  Controle melhor seus estoques

  É importante salientar que o controle dos estoques é primordial para você obter o máximo de rendimento das aplicações financeiras da companhia.

    Como controlar os estoques de forma eficiente?

   Um caminho é aplicar tecnologias de controle como o WMS, códigos de barras, VMI entre outros, ou seja, fazer uso de tecnologia, que a curto prazo faz-se necessário investimentos, mas que a longo prazo o retorno é evidente com ganhos de redução dos estoques e eficiência na acuracidade dos mesmos.

   E se você não tiver dinheiro para aplicar tecnologias de TI?

  Um caminho é você implementar o inventário cíclico, que nada mais é do que conferir com certa peridiocidade os principais itens que compõem o seu estoque.

Continue lendo este artigo para saber mais sobre o que fazer com as demandas.

Regra #4: O que fazer com a demanda dependente e independente

 Primeiramente, o conceito de demanda dependente e independente deve estar presente na companhia.

  Você sabe o que é demanda dependente e a diferença com a independente?

 Quando falamos de demanda dentro de um sistema MRP/MRPII, devemos ter em mente que existe uma divisão desta. Entendendo o que é demanda dependente e independente facilitará a programação de fornecedores e da fábrica, principalmente quando temos itens críticos e com longo lead time de fabricação.

  Os itens de demanda dependente são aqueles que estão ligados aos planos de produção ou a itens pai, estes estão também dentro de uma estrutura de produto e logicamente dependem da demanda deste nível hierárquico para serem programados, sendo assim, por exemplo, todos os itens comprados ou componentes fabricados internamente seriam de demanda dependente, porque necessitam que sua fabricação seja acionada por outro produto final.

      Já os itens acabados, o produto final, são de demanda independente não dependendo de outro nível de estrutura para serem calculados e fabricados. Outro exemplo de demanda independente são as peças de reposição, pois são fabricadas de acordo com um pedido direto do cliente.

  Cuidado para não misturar itens ou produtos que são de demanda dependente com os que são de demanda independente e estes dependem somente da necessidade do mercado.

Regra #5: Quais os tipos de estoques

                Você sabe classificar os estoques?

             Uma forma de classificar os estoques é separar por tipos. Uma ferramenta que você pode seguir é usar a famosa curva ABC de estoques, ou seja, quais são os itens que mais giram em valor em um determinado tempo, por exemplo. Você pode calcular as entradas de materiais no período de 12 meses e saber quais são os 20% em valor que mais movimentaram neste tempo. Com estas informações em mãos, pode-se avaliar quais o restante dos materiais movimentam pouco e cuidar as compras destes. Também fazer promoções de venda dos itens de baixo giro, tendo como consequência a redução do valor total de estoque da organização.

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